Consórcio ou financiamento? Conheça a visão inovadora de Tiago Oliva Schietti e faça a escolha certa!

Tiago Oliva Schietti

Na hora de planejar a compra de um carro, moto ou outro veículo, duas modalidades costumam surgir como opções principais: o consórcio e o financiamento. O empresário Tiago Oliva Schietti tem acompanhado a temática de planejamento financeiro voltada à aquisição de bens, cenário em que a escolha entre essas duas modalidades gera dúvidas recorrentes entre consumidores. Compreender as diferenças entre elas ajuda a decidir qual caminho se encaixa melhor em cada situação.

O financiamento de veículos permite a retirada imediata do bem, mediante pagamento de parcelas que incluem juros calculados sobre o valor emprestado. Já o consórcio de veículos funciona por meio da formação de um fundo comum entre participantes, sem cobrança de juros, mas com prazo de entrega do bem que depende de sorteio ou lance. Tais diferenças estruturais impactam diretamente o custo total e o tempo de espera envolvidos em cada modalidade.

Como funciona o consórcio de veículos na prática?

No consórcio de veículos, um grupo de pessoas contribui mensalmente para formar um fundo destinado à aquisição dos bens ao longo do prazo contratado. A cada mês, um ou mais participantes são contemplados, seja por sorteio ou por lance, recebendo a carta de crédito correspondente ao valor do veículo escolhido. Esse formato permite planejar a compra sem recorrer a juros, desde que o consorciado tenha flexibilidade quanto ao momento exato de retirada do bem.

Entre empresários que avaliam alternativas de aquisição de veículos para uso pessoal ou profissional, como Tiago Oliva Schietti, o consórcio costuma ser considerado uma opção interessante justamente pela ausência de juros. A principal contrapartida está na incerteza quanto ao prazo de contemplação, fator que exige planejamento e paciência por parte do consorciado ao longo do contrato.

O custo do financiamento de veículos frente ao consórcio

O financiamento de veículos costuma embutir juros compostos ao longo do prazo contratado, o que eleva significativamente o valor total pago em relação ao preço original do bem. Quanto maior o prazo escolhido para quitação, maior tende a ser o impacto dos juros no custo final da compra. Tal fator torna o financiamento, em muitos casos, uma opção mais cara ao longo do tempo, ainda que ofereça a vantagem da retirada imediata do veículo.

Tiago Oliva Schietti
Tiago Oliva Schietti

Por outro lado, o consórcio elimina a cobrança de juros, restando apenas a taxa de administração previamente definida em contrato. Para profissionais que avaliam diferentes formas de aquisição de bens essa diferença de custo costuma pesar na decisão, especialmente quando não há urgência na retirada do veículo, informa Tiago Oliva Schietti.

Quando o consórcio de veículos é mais vantajoso que o financiamento?

O consórcio tende a ser mais vantajoso quando o consumidor não tem pressa para retirar o bem e prioriza um custo total mais baixo ao longo do contrato. Assim sendo, o cenário é comum entre quem já possui um veículo em uso e planeja a troca para um período futuro, sem necessidade imediata de substituição. A ausência de juros, nesses casos, representa uma economia relevante frente ao financiamento tradicional.

Também vale considerar o consórcio quando o objetivo envolve renovar a frota de uma empresa ao longo do tempo, distribuindo a aquisição de veículos entre diferentes contemplações. Esse tipo de planejamento permite equilibrar o fluxo de caixa sem comprometer o orçamento com parcelas de juros elevados, mantendo a previsibilidade financeira ao longo dos anos.

Quando o financiamento tende a ser a escolha mais adequada?

O financiamento se mostra mais adequado quando existe necessidade imediata do veículo, seja para uso pessoal urgente ou para atividades profissionais que dependem do bem desde já. Nesses casos, a rapidez na retirada compensa o custo adicional dos juros, já que a espera pela contemplação de um consórcio poderia inviabilizar o uso pretendido do veículo.

Avaliar o grau de urgência, o orçamento disponível e a tolerância à espera são fatores determinantes para escolher entre as duas modalidades. Consultar simulações detalhadas de ambas as opções antes de decidir contribui para uma escolha mais alinhada às necessidades financeiras e ao momento de vida de cada consumidor.

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